Search button

Conferência | O Investimento Chinês em Portugal

11 Fev das 09:00 às 13:00

 

 


O ISEG em conjunto com as sociedades de advogados DCS e Valadas Coriel & Associados, promovem uma conferência com o tema " Como é que as empresas europeias se devem preparar para receber investimento chinês". Conta com Juan Madrigal (Consultor, sócio da PamirLaw- Taipei, Shangai e Beijing) como orador.

Convidamo-lo a estar presente, no dia 11 de Fevereiro de 2016, pelas 9h00, no Auditório 2 (edificio quelhas) no ISEG (Lisbon School of Economics & Management).

Entrada Livre. Inscreva-se já aqui!

 

O Governo chinês tem em curso um programa extensivo de investimento directo no estrangeiro para contrariar o abrandamento do mercado interno na China e utilizar parte das colossais reservas cambiais do país. Este programa tem algumas semelhanças com o que o Japão fez nos anos 80 e que levou à internacionalização das empresas japonesas a uma escala sem precedentes.  Em 2014, pela primeira vez, o investimento chinês no estrangeiro ultrapassou o investimento estrangeiro na China. Para os empresários e para a administração portuguesa importa uma estratégia para identificar, avaliar e conquistar investimento chinês. No entanto, os desafios são muitos e residem, para começar, nas diferenças culturais.

  • Quais são os factores económicos, micro e macro, que impulsionam as empresas chinesas estatais, investidores privados e famílias de rendimento elevado, a procurar oportunidades de investimento no estrangeiro?
  • Quais são as diferenças culturais que devem ser levadas em consideração para evitar comprometer uma relação com um investidor chinês, antes, durante e após as negociações?
  • Quais são táticas de negociação comuns usadas por investidores chineses, e como é que os europeus devem lidar com essas tácticas?
  •  Qual é o perfil geral do "Laoban" ("Empresário Chinês")? Como é que eles atuam e tomam decisões?
  • Como é que uma empresa europeia deve efectuar uma "due dilligence" sobre um potencial investidor chinês?
  • Quais são os principais riscos que devem ser gerenciados e mitigados com antecedência quando se considera uma relação com um investidor chinês?