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Orador: Dr. Henrique Moura, XPM Consulting
Como gestores de projecto temos frequentemente uma atitude ambígua em relação a projetos com problemas. Por um lado, estes projetos são exigentes ao nível pessoal, com expectativas não correspondidas, pressão, conflito e muito trabalho. Por outro lado, estes projectos exigem de nós que pratiquemos o melhor da gestão de projectos: estabelecer direcção, priorizar problemas, reunir as pessoas à volta de uma visão comum, negociar objectivos e resolver problemas. Este seminário sugere uma abordagem para identificar e gerir projetos em dificuldades, com confiança e controlo. A abordagem inclui uma negociação e estabilização dos objectivos de projecto, até que estes provem ser sistematicamente aceitáveis e viáveis. A abordagem inclui ainda a identificação e resolução dos problemas ao longo das dimensões pessoas, processos e produto. |
Este seminário insere-se no quadro da preparação da conferência de 2013 da rede Economia com Futuro que terá lugar em 16 Fevereiro, na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa.
Economia com Futuro é uma rede de investigadores e professores de economia e de outras ciências sociais que procuram contribuir para a renovação do pensamento e discurso económicos, para a melhoria do conhecimento sobre a economia portuguesa e dos seus problemas e para a participação na descoberta de soluções com futuro em diálogo no espaço público.
Nesta rede participam vários docentes do ISEG, actuais e já reformados, como a Profª Manuela Silva, o Prof. Brandão Alves, Profª Margarida Chagas Lopes, entre outros.
Improving students' learning experiences and student retention
Speaker: Prof. Lars Ulriksen – Institut for Naturfagenes Didaktik da Universidade de Copenhaga
Panellists :
Margarida Chagas Lopes
Graça Leão Fernandes
"Improving students' learning experiences and student retention
Whether students complete the university programme they enter or if they leave before completion is both related to the students' prior knowledge and experiences and to what they experience after having entered the university programmes. The workshop will focus on the importance of the students' first-year experience in relation to student completion. However, since some of the issues that are important as to whether students complete or not also affect the quality of students' learning in general the topic of the workshop is student success in a broader sense.
A particular emphasis will be put on the importance of the students' difficulties with decoding the expectations and requirements of the programmes and how they try to make sense and coherence of what they experience.
The workshop is based on results from a three-year longitudinal research project."
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A DECO vai debater, no próximo dia 21 de janeiro, as implicações para o consumidor português da proposta de diretiva que atribui ao Banco Central Europeu o papel de supervisor único de 6 mil bancos da zona Euro. O seminário irá decorrer entre as
9h30 e as 17h30 no Auditório CGD do ISEG, em Lisboa, e conta com a participação do Secretário de Estado Adjunto da Economia e Desenvolvimento Regional, António Almeida Henriques, de Pedro Duarte Neves, Vice-Governador do Banco de Portugal, e de Vasco Colaço e Pedro Moreira, da DECO, entre outros especialistas.
Dadas as implicações para um setor vital ao bom funcionamento da economia, como a banca, a DECO considera relevante debater o significado destas decisões para os consumidores portugueses e europeus. Que benefício traz esta nova arquitetura de regulação e de supervisão para o sistema bancário português e para os depositantes nacionais? Que alterações se podem esperar para os consumidores? Que papel é reservado aos reguladores nacionais? Os consumidores podem esperar melhores serviços e melhor concorrência, em resultado de uma eventual melhoria da regulação e supervisão? |
Seminário Departamento de Gestão/ADVANCE
Título:
Sistemas Internos de Gestão da Qualidade nas Universidades
Oradora:
Maria João Manatos (SPG/ISEG)
Orientador:
Cláudia Sarrico
4 de janeiro 2013
16h30 na sala 104 da Miguel Lupi
Este seminário tem como objetivo debater os efeitos da atual crise económica e i impacto das medidas de austeridade na pobreza.
Serão debatidos os seguintes eixos:
A atal conjuntura económica e as medidas de austeridade em vigor terão consequências sobre a taxa de risco de pobreza e sobre as desigualdades sociais. Segundo um relatório disponibilizado pela Comissão Europeia e que compara a distribuição dos efeitos da política de austeridade em seis países na União Europeia, as medidas tomadas pelo Governo Português, para além de estarem distribuídas de forma desigual entre ricos e pobres, fizeram subir o risco de pobreza, particularmente entre as pessoas idosas e jovens. O Relatório de Bruxelas revela que "Portugal é o único país com uma distribuição claramente regressiva", ou seja, em que os pobres estão a pagar mais que os ricos quando se aplica a austeridade. Os dados mostram que Portugal é o único país analisado em que "a percentagem do corte (devido às medidas de austeridade) é maior nos dois escalões mais pobres da sociedade do que nos restantes.
A entrada no Seminário é LIVRE para todos os interessados, no entanto, a inscrição é obrigatória e deverá ser realizada até ao dia 14 de Dezembro, para o seguinte email: mj.vicente@eapn.pt.
PROGRAMA
I parte
9H00 > Abertura
ISEG, João Duque
SOCIUS, José Maria Carvalho Ferreira
CGD, Humberto Casanova
Instituto Diplomático, Manuela Franco
Fundação AIP, Jorge Rocha de Matos
AICEP, Pedro Pessoa e Costa
9H30 > Intervenção de Abertura
Renata Ramalhosa, Director UK Trade and Investment Portugal, Embaixada do Reino Unido
10H00 > Coffee Break
10H30 > Cooperação Estratégica e Atores da Diplomacia Económica
Moderadora: Manuela Franco, Instituto Diplomático
O sistema financeiro
Humberto Casanova, Diretor da Área de Estratégia e Oferta Comercial/ Business Intelligence na Direção Internacional de Negócio da CGD
A visão empresarial
José Dias Miranda, Instituto de Soldadura e Qualidade (ISQ)
As universidades
Joaquim Ramos Silva, SOCIUS/ISEG
O Estado e o novo modelo de diplomacia económica
Pedro Pessoa e Costa, Administrador Executivo da AICEP Portugal Global
Dinâmicas de rede e valor económico da língua portuguesa
José Paulo Esperança, ISCTE e Instituto Camões da Cooperação e da Língua
Debate
II parte
14H30 > Diplomacia Económica e a Business and Competitive Intelligence
Moderador: Joaquim Ramos Silva, SOCIUS/ISEG
A inteligência económica: Desafios para as empresas e para o Estado André Magrinho, Fundação AIP
Relações económicas Portugal-Alemanha e redes de diplomacia económica Mathias Fischer, Conselheiro Económico da Embaixada da Alemanha em Lisboa
Caixa de ferramentas da "business and competitive intelligence Ruben Eiras, GALP Energia
A importância da Business Intelligence Unit (BIU) na Gestão do Conhecimento Joana Neves, AICEP
Debate
16H15 > Coffee Break
16H45 > A Universidade face à Investigação em Diplomacia Económica
Moderadora: Sónia Sousa, George Mason University, Washington
Diplomacia económica contemporânea
Manuel Farto, Universidade Autónoma de Lisboa
Agências de Promoção das Exportações – Irlanda e Portugal
Aurora Teixeira, Faculdade de Economia da Universidade do Porto
A experiência de diplomacia económica em África
Manuel Ennes Ferreira, SOCIUS/ISEG
Vantagens e desvantagens da diplomacia económica
Maria Sousa Galito, Doutorada em Ciências Políticas e Relações Internacionais (IEP-UCP)
Debate
18H30 > Conclusão
Entrada gratuita sujeita a confirmação para o email sociuseventos@iseg.utl.pt
INTELIGÊNCIA E DIPLOMACIA ECONÓMICA:
Uma reflexão sobre o tema da "inteligência e diplomacia económica" impõe-se por duas ordens de razão. Em primeiro lugar, porque se trata de instrumentos de elevado potencial para o cumprimento de objetivos de crescimento e de internacionalização da economia portuguesa, como a promoção de exportações e a atração do investimento direto estrangeiro (IDE). Em segundo lugar, porque enfatiza a importância de uma boa gestão dos recursos de informação, muitas vezes dispersos por várias organizações (empresas, Estado, centros de investigação, entre outras), incluindo as redes de conhecimento e os mecanismos de influência, de modo a conferir proatividade na ação externa. A operacionalização da diplomacia económica envolve diversos atores, exigindo formas de coordenação, partilha de informação e a dinamização de redes de conhecimento visando a sua eficácia e alcance estratégico. Realça-se a necessidade de criação de espaços de cooperação estratégica ao nível da
business and competitive intelligence
(ou inteligência económica) entre a comunidade empresarial, as universidades (e demais centros de saber associados à I&D) e o Estado (governo e suas instituições) a fim de otimizar o conhecimento disponível na ligação aos mercados externos sob as mais variadas formas. Quando se coloca o problema da eficácia e dimensão estratégica da diplomacia económica, importa não só considerar o papel de cada um dos atores, mas acima de tudo o resultado das interações das diferentes partes interessadas. Por isso, é fundamental que a diplomacia económica assente em redes de conhecimento, de influência e de intervenção, associando os aparelhos diplomáticos, cuja importância nas últimas décadas tem crescido enormemente nesta perspetiva, às empresas e às suas estruturas associativas de referência, bem como as universidades e centros de investigação. No caso de Portugal, o valor económico da língua portuguesa dentro de uma lógica de dinâmica de redes constitui obviamente uma peça valiosa desta equação configurando um potencial pouco explorado na ótica da internacionalização.
Pelas razões aduzidas, este seminário pretende ser uma expressão atualizada dos pontos de vista de três atores relevantes da diplomacia económica e da
business intelligence : empresas, universidade e Estado. Acresce que, no plano académico, são ainda reduzidos os trabalhos de investigação e as abordagens consistentes e aprofundadas sobre o tema. É também por isso que o ISEG, através do SOCIUS, e contando com a colaboração das instituições promotoras da Jornada de Diplomacia Económica, se propõe organizar uma edição eletrónica das intervenções dos oradores, e, também, incluir um conjunto de papers
e trabalhos de investigação em matéria de diplomacia e inteligência económicas, provenientes da academia.
No âmbito do Doutoramento em História Económica e Social. Oradora: Ana Carina Azevedo – IHC, FCSH-UNL
Resumo:
Pretendemos, nesta comunicação, suscitar o debate em torno do papel do Estado no processo de desenvolvimento da Organização Científica do Trabalho em Portugal, através da comparação com outras realidades nacionais.
De facto, entre os vários aspectos que, habitualmente, integram a análise da questão a nível internacional, o impacto das medidas estatais será, porventura, um dos mais considerados. Mas até que ponto poderemos afirmar que o Estado se apresentou em alguns países como um elemento dinamizador do processo? A resposta terá, obrigatoriamente, de ter em conta as características de cada país, bem como as alterações políticas que nele tiveram lugar ao longo do período em estudo. Como tal, propomos uma necessariamente breve comparação do processo de desenvolvimento da Organização Científica do Trabalho em Portugal, Espanha e França, através da identificação de alguns dos seus principais marcos e da articulação dos mesmos com alguns aspectos da conjuntura política e económica das décadas compreendidas entre o início do século XX e a II Guerra Mundial.
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As Embaixadas da Dinamarca, Finlândia, Noruega e Suécia, a Secretaria de Estado do Emprego e a Fundação Calouste Gulbenkian têm a honra de o(a) convidar para o seminário: Portugal’s Labour Market: Towards the Nordic Flexicurity Model? que se realizará na quarta-feira , 28 de novembro de 2012 na Fundação Calouste Gulbenkian, Auditorio 2. PROGRAMA:
14:30 – Registration
Para mais informações contacte Patrícia Roque através de careermanagement@iseg.utl.pt ou 213925802. Inscreva-se aqui . |